RSS

Arquivo da Categoria: 5º Ano_CIC

Tópico com materiais pedagógicos e informações para o 5º ano de escolaridade.

Por que as mulheres não possuem barba?

A culpa desta diferença é das hormonas e de nada mais. Assim que nascemos e durante toda nossa infância, tanto meninos quanto meninas possuem uma pelugem fina e rala no rosto, genitais, axila e etc. Mas com a chegada da adolescência tudo começa mudar, não é?

Hormonas chamadas de androgênios, que estão presentes em ambos os sexos, estimulam os fios transparentes a ficarem mais grossos e escuros – por isso os pêlos pubianos e nas axilas começam a aparecer. Mas os homens possuem maiores quantidades de androgênios, então aparecem mais pêlos neles do que nas mulheres. Assim, uma das mudanças na adolescência é a aquisição de uma cobertura de pelos fortes que é determinada pelo gênero (masculino ou feminino).

Na maioria das mulheres adultas o cabelo facial não desenvolve, pois as glândulas femininas produzem hormonas para impedir esse crescimento. Mas naturalmente, as hormonas femininos nem sempre inibem o crescimento do facial ou de pelos no corpo. As mulheres que apresentam barba, simplesmente têm mais testosterona e androgênio no organismo. E então com o surgimento de alguns pelos indesejáveis o jeito é apelar para um tratamento cosmético com o acompanhamento de um com médico.

Os contrastes não param por aí. Enquanto as hormonas femininos estimulam o crescimento do cabelo na cabeça e retarda o crescimento de pelos na barba e no corpo, os masculinos tratam de fazer tudo ao contrário. Nos homens, as hormonas masculinas são os responsáveis pela barba, pelos no corpo e também pela perda de cabelos. Por isso temos muitos homens calvos (carecas) e muito poucas mulheres sofrem com este problema. Tudo depende da genética.

Existe uma explicação que ainda não foi bem esclarecida. Os papéis opostos das hormonas masculinas e femininos na estimulação do crescimento do cabelo, pode ser porque nos tempos dos homens das cavernas, a barba do homem era muito importante para sua segurança, pois era visível a distância, e ele poderia facilmente ser distinguido do sexo feminino. Assim como o leão, esta “juba” impõe respeito. Apesar da testosterona e do androgênio estimular o crescimento dos pêlos é a genética que controla a quantidade de barba que cada rapaz vai ter.

O crescimento excessivo de pelos na mulher, em áreas anatômicas características de distribuição masculina é chamado de hinsurtismo.

Fonte: http://diariodebiologia.com/2011/02/por-que-as-mulheres-nao-tem-barba

 

O Porquê dos Nomes Científicos

A categorização e classificação da biodiversidade são ferramentas fundamentais para a investigação dos seres vivos. Após diversas tentativas, no séc. XVIII, Carl Linée criou um sistema de classificação eficaz, que ainda hoje é utilizado.

Actualmente conhecem-se mais de 1,5 milhões de espécies e pensa-se que poderão existir cerca de 8 milhões ainda por descrever. Face a esta enorme diversidade, seria impossível a um biólogo referir-se a uma espécie ou a um taxon mais elevado se cada um deles não tivesse um nome próprio.

No entanto, a atribuição de nomes comuns ou vernáculos não resolve o problema, pelo contrário, a comunicação científica seria mais difícil, uma vez que os especialistas teriam que aprender os nomes em inúmeras línguas para que pudessem trocar informações acerca de uma mesma espécie. Existem ainda outras dificuldades, tais como o facto de só existirem nomes comuns para os organismos mais conhecidos, o mesmo organismo poder ter vários nomes ou um mesmo nome poder ser usado para designar espécies muito diferentes.

Os biólogos adoptaram uma língua através de um acordo internacional, permitindo assim que cada animal tivesse um único nome que pudesse ser usado em todo o mundo. A atribuição de nomes científicos às espécies deve respeitar um código que desempenha a mesma função que a gramática de uma língua. Qualquer taxonomista que queira atribuir um novo nome deve seguir as regras do Código Internacional da Nomenclatura Biológica. Devido às particularidades de alguns organismos, existem regras distintas para animais, plantas e bactérias.

Para que a nomenclatura científica funcione, assim como qualquer sistema de comunicação, há que respeitar alguns requisitos, três dos quais são especialmente importantes: a unicidade ou especificidade, a universalidade e a estabilidade. Cada nome deve ser único e universal porque é a chave de acesso a toda a informação relacionada com determinada espécie ou grupo taxonómico. Se um mesmo animal recebeu vários nomes, tem de existir um método que dê validade a um deles. Por outro lado, qualquer mudança de nome pode causar confusão e dificultar a recolha de bibliografia.

 


Fotografias de José Romão

As bases deste código foram sugeridas pela primeira vez em 1758, pelo sueco Carl Von Linée. Este botânico introduziu o uso dos nomes científicos tal como são usados hoje em dia. O nome científico de cada espécie é composto por um nome genérico e pelo epíteto específico (por exemplo, o nome científico do lobo é Canis lupus (Linnaeus, 1758)), o primeiro corresponde ao género a que a espécie pertence (sempre com letra maiúscula) e o segundo acentua o carácter único da espécie (letra minúscula). O nome científico deve ser escrito em itálico ou sublinhado e pode ser seguido do nome ou abreviatura de quem descreveu a espécie pela primeira vez e o ano em que o fez. Quando dentro de uma espécie há grupos reconhecidamente diferentes, esses grupos são denominados de subespécies. Nesse caso utiliza-se um terceiro nome após o nome da espécie, o epíteto subespecífico, escrito em letras minúsculas: por exemplo, à subespécie de lobo existente na Península Ibérica dá-se o nome de Canis lupus signatus (Cabrera, 1907).

 

A desvantagem deste sistema é a sua instabilidade. O nome de uma espécie é alterado sempre que é mudada para um género diferente, o que dificulta a recolha de informação acerca de cada espécie. Por exemplo, quando se procedeu a uma única revisão num grupo de 332 espécies de abelhas, foi necessária a alteração de 288 nomes científicos. Porém, como ainda não foi sugerido um sistema mais eficaz, este código continua a ser usado e é aperfeiçoado periodicamente.

Bibliografia

Almaça, C. (1993). As Classificações biológicas. Aspectos históricos. Museu Bocage, Lisboa.

Lineu, C. 1758 (1939). Systema Naturae, 10ª ed. British Museum, London.

Mayr, E. e Ashlock, P. (1991). Principles of systematic zoology. 2nd Edition. McGraw Hill, Inc.

Singer, C. (1931). A short history of biology. Clarendon Press, Oxford.

http://naturlink.sapo.pt/Natureza-e-Ambiente/Interessante/content/O-Porque-dos-Nomes-Cientificos/section/2?bl=1&viewall=true#Go_2

 

 

Como elaborar um relatório científico

Como elaborar um relatório científico

É importante saberes como deves fazer um relatório!

Existem alguns tipos de relatórios científicos, e podem ser apresentados em várias instituições e a vários níveis.

Nesta secção, as atenções serão dirigidas aos alunos do ensino básico, para apresentação de relatórios simples em disciplinas de ciências.

Irás aprender, passo a passo o que deves fazer para apresentares os melhores relatórios aos teus professores.

Lê com atenção as informações que se seguem.

O que é um relatório científico ?

Um relatório científico serve para comunicar os resultados finais de um trabalho laboratorial, de investigação, de um estudo ou de uma pesquisa.

Como está organizado ?

Deve ser acima de tudo objetivo e as ideias devem ser expostas com simplicidade e clareza.

Existe um conjunto de parâmetros que devem sempre constar de um relatório deste tipo:

Poderá ainda ter anexos ou apêndices, se tal for necessário.

 

CAPA

Na capa do relatório devem constar um conjunto de informações importantes. Não te deves esquecer de incluir:

  1. O Título do trabalho - deve ser curto e informativo.
  2. O local onde foi elaborada a pesquisa ou trabalho experimental que deu origem ao relatório (se o fizeste na tua escola, deves indicar o nome da mesma).
  3. A data em que foi feito esse trabalho experimental ou pesquisa.
  4. Os autores (O nome, o número e a turma de cada um dos elementos do grupo).
ÍNDICE

Deves organizar um índice do teu relatório, destacando os tópicos importantes e a página onde se iniciam.

OBJETIVO

Deve consistir numa descrição breve do relatório, ou seja, deves indicar qual a finalidade do trabalho, os procedimentos gerais seguidos, os resultados mais importantes e as conclusões que tiraste.

INTRODUÇÃO

A introdução de um relatório deve basear-se no resultado de uma pesquisa bibliográfica sobre o assunto focado no trabalho prático. Esta deve ser breve.

PARTE EXPERIMENTAL

Nesta secção, deves dedicar-te à experiência que realizaste no laboratório, indicando os seguintes itens:

Material - Lista do material de vidro e outro usado.

Reagentes - Lista dos reagentes usados.

Modo de Proceder - Descrição do protocolo fornecido pelo professor.

Montagem - Esquema com legenda da montagem efetuada.

RESULTADOS E CÁLCULOS

Deves indicar os resultados obtidos através das medições diretas efetuadas na sala de aula.

Podem ser apresentados recorrendo ao uso de tabelas.

Sempre que seja necessário efetuar cálculos após a realização do trabalho experimental, estes serão aqui apresentados.

CONCLUSÕES

Juntamente com os resultados esta é a parte mais importante de um relatório. Deve fazer-se a análise dos resultados mais importantes e sempre que possível compará-los com dados já existentes na bibliografia.

BIBLIOGRAFIA

Não te esqueças de a indicar. É muito importante, para quem lê o teu trabalho, saber quais foram as fontes de informação que consultaste.

Não existe um modo universal para apresentar a bibliografia. Em trabalhos de ciências exatas é comum indicá-la do seguinte modo:

LIVROS

Nome do autor (ano de publicação ou edição), título da obra, local de edição, Editora, local da publicação.

Exemplo:

WILLARD, H.; DEAN, J. (1974) Análise Instrumental, Lisboa, Fundação Calouste de Gulbenkian.

PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS

Nome do autor (data) nome do artigo, nome da publicação, cidade, n.º do volume, pp. páginas

Exemplo:

SIMAS, L. F. (1997) Água para Consumo Humano, Boletim da Sociedade Portuguesa de Química, Lisboa, nº67.

ENCICLOPÉDIAS, ATLAS, LIVROS COM AUTORES DIFERENTES POR CAPÍTULO

Nome da obra (data) cidade, editora

Exemplo:

Dicionário de Língua Portuguesa (1994) Porto, Porto Editora.

O nome do autor começa pelo último apelido, e quando há dois ou mais autores pode-se apresentar apenas o primeiro e utilizar-se a expressão Et al. que significa “e outros”.

título da obra deve estar sublinhado ou em itálico.

ANEXOS / APÊNDICES

Se for necessário utilizar documentos auxiliares, não elaborados pelo autor, poderão ser apresentados em anexo, não esquecendo de os referenciar no corpo do relatório.

Alguns materiais elaborados pelo autor do relatório, que se considerem relevantes para a interpretação do trabalho, podem ser apresentados no final do trabalho, numa secção separada, com a designação de apêndice.


 

OS 4 ELEMENTOS DA NATUREZA

Quem nunca ouviu falar nos quatro elementos da natureza essenciais para a sobrevivência do ser humano? Quatro elementos é uma expressão que se refere aos elementos naturais: águaterra,fogo e ar. Essa expressão tem origem lá na Grécia antiga com seus grandes pensadores que tentavam descobrir qual o elemento que formava todas as coisas. O grande Thales de Milleto acreditava que a origem estava na água, já Anaxímenes acreditava no Ar e por fim Heráclito incluiu o fogo como agente criador. Mas foi Empedócles de Agrinito que adiconou Terra a esses três conceitos e concluiu que tudo era formado por quatro elementos.

Os filósofos pré-socráticos identificaram esses quatro elementos primordiais, que eram opostos dois a dois:
água (fria e úmida) x fogo (quente e seco)
ar (quente e úmido) x terra (fria e seca)

 

Esse conceito perdurou toda a Idade Média até o Renascimento. O conceito de elemento já não é o mesmo na física e química moderna, que considera elemento os diferentes tipos de átomos, átomos esses que formam as moléculas que por sua vez foram a matéria.

Atualmente os elementos são associados aos estados da matéria:
terra > sólido
água > líquido
ar > gasoso
fogo é representado pelo plasma que não é matéria, é energia!

 

No Oriente o conceito é também bem antigo, foi disseminado na Índia e China, onde estão presentes no Budismo e Hinduísmo. Apesar da origem do conceito está na busca pela origem de todas as coisas, muitas crenças e filosofias ainda baseiam-se nos 4 elementos. Nesses casos, se apresenta de forma simbólica e espiritual, como uma forma de integração do homem com a natureza, do homem com o universo. Sábios eram os antigos mesmo, basta observar um pouco a natureza para saber que águaterrafogo e ar estão por toda a parte.

 

Na astrologia os signos estão organizados a partir dos quatros elementos, cada elemento influencia três signos astrológicos.

Os elementos um a um:

Elemento: ÁGUA 
Definição: Representa 70% da superfície do planeta.
Definição científica: Molécula resultante da ligação natural do oxigênio e o hidrogênio.
Signos: Peixes, Câncer, Escorpião

Elemento: AR
Definição: Matéria que está em todo lugar.
Definição científica: Oxigênio.
Signos: Libra, Gêmeos, Aquário

Elemento: TERRA
Definição: Matéria essencial para a biosfera .
Definição científica: Solo, crosta terrestre.
Signos: Touro, Virgem, Capricórnio

Elemento: FOGO
Definição: Protege contra o frio. Na culinária, torna os alimentos mais saborosos e saudáveis pois elemina muitas bactérias.
Definição científica: Entidade gasosa emissora de radiação e decorrente da combustão.
Signos: Áries, Sagitário, Leão

Os quatro elementos juntos regem o planeta e são essenciais à vida humana!

Fonte: http://www.smartkids.com.br

 

De onde vem o raio e o trovão?

do YouTube

 

 

Etiquetas:

De onde vem o arco-íris?

Mais uma animação …

esta menina “Kika” revela uma curiosidade cientifica muito interessante . E como sei que esta curiosidade é muito idêntica à vossa… aqui fica mais uma animação com resposta a uma pergunta que colocam muitas vezes.

do YouTube

 

O Urso Polar e o aquecimento global

Para reflectir…

do YouTube

 

Etiquetas:

Metamorfose da borboleta

As mudanças são dramáticas, do ovo até à forma adulta a borboleta passa por vários estados.A borboleta começa a sua vida na forma de um ovo minúsculo. Quando eclode vive na forma de uma larva que cresce conforme se alimenta de plantas. Ao atingir o seu tamanho máximo transforma-se em ninfa (pupa) com um casulo ao seu redor. Dentro deste a ninfa (pupa) transforma-se até que um dia o casulo abre-se para deixar a borboleta adulta sair e voar livre. Este processo de transformação é denominado de metamorfose.

ANIMAÇÃO

 

 
Deixe o seu comentário

Publicado por em 06/12/2010 in 5º Ano_CIC

 

Ciências da Natureza 5º ano

Realiza os testes on line sobre a unidade ” Forma, revestimento e locomoção dos animais”


 
Deixe o seu comentário

Publicado por em 21/10/2010 in 5º Ano_CIC

 

Raparigas atingem a puberdade cada vez mais cedo

Dois estudos, um norte-americano e outro europeu, chegam a conclusões idênticas.

Estes dados devem fazer pensar na alimentação que andamos a fazer, uma vez que este fenómeno é associado à diabetes.

As raparigas norte-americanas atingem a puberdade cada vez mais cedo, começando a ter desenvolver os seios aos sete anos e pelos púb

Fenómeno é associado à diabetes

icos aos oito, revela um estudo publicado hoje na Pediatrics.

Os autores referem que a puberdade precoce é, muitas vezes, associada à tensão arterial e a uma taxa de glicemia muito elevada, sintomas muito frequentes em diabéticos.

 

Para o estudo norte-americano, foram analisadas 1239 meninas em três regiões dos Estados Unidos: em Nova Iorque pela Mount Sinai School of Medicine, em São Francisco pela associação de saúde Kaiser Permanente e em Ohio pelo Cincinnati Children Hospital. 

Na Europa

Um outro estudo, dinamarquês e publicado em 2009, tinha analisado a puberdade entre as crianças de duas amostras europeias, em 1991-1993 e 2006-2008, tendo demonstrado que o desenvolvimento dos seios nas meninas acontecia, em média, 1,02 anos mais cedo em 2006, comparativamente com 1991.

A investigação apontava a influência provável de produtos químicos capazes de modificar o sistema endócrino que regula as hormonas.

“A exposição crescente aos produtos químicos que perturbam o sistema endócrino pode estar relacionada com esta evolução”, defendia o estudo.

ciência hoje – 10-08-2010
 
 
Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 241 outros seguidores