RSS

Júri Nacional dos Exames publicou Guia Geral de Exames 2013-Exames finais do secundário

 Guia Geral dos Exames Finais do Secundário de 2013

 
Deixe o seu comentário

Publicado por em 28/02/2013 in Ciência

 

Por que as mulheres não possuem barba?

A culpa desta diferença é das hormonas e de nada mais. Assim que nascemos e durante toda nossa infância, tanto meninos quanto meninas possuem uma pelugem fina e rala no rosto, genitais, axila e etc. Mas com a chegada da adolescência tudo começa mudar, não é?

Hormonas chamadas de androgênios, que estão presentes em ambos os sexos, estimulam os fios transparentes a ficarem mais grossos e escuros – por isso os pêlos pubianos e nas axilas começam a aparecer. Mas os homens possuem maiores quantidades de androgênios, então aparecem mais pêlos neles do que nas mulheres. Assim, uma das mudanças na adolescência é a aquisição de uma cobertura de pelos fortes que é determinada pelo gênero (masculino ou feminino).

Na maioria das mulheres adultas o cabelo facial não desenvolve, pois as glândulas femininas produzem hormonas para impedir esse crescimento. Mas naturalmente, as hormonas femininos nem sempre inibem o crescimento do facial ou de pelos no corpo. As mulheres que apresentam barba, simplesmente têm mais testosterona e androgênio no organismo. E então com o surgimento de alguns pelos indesejáveis o jeito é apelar para um tratamento cosmético com o acompanhamento de um com médico.

Os contrastes não param por aí. Enquanto as hormonas femininos estimulam o crescimento do cabelo na cabeça e retarda o crescimento de pelos na barba e no corpo, os masculinos tratam de fazer tudo ao contrário. Nos homens, as hormonas masculinas são os responsáveis pela barba, pelos no corpo e também pela perda de cabelos. Por isso temos muitos homens calvos (carecas) e muito poucas mulheres sofrem com este problema. Tudo depende da genética.

Existe uma explicação que ainda não foi bem esclarecida. Os papéis opostos das hormonas masculinas e femininos na estimulação do crescimento do cabelo, pode ser porque nos tempos dos homens das cavernas, a barba do homem era muito importante para sua segurança, pois era visível a distância, e ele poderia facilmente ser distinguido do sexo feminino. Assim como o leão, esta “juba” impõe respeito. Apesar da testosterona e do androgênio estimular o crescimento dos pêlos é a genética que controla a quantidade de barba que cada rapaz vai ter.

O crescimento excessivo de pelos na mulher, em áreas anatômicas características de distribuição masculina é chamado de hinsurtismo.

Fonte: http://diariodebiologia.com/2011/02/por-que-as-mulheres-nao-tem-barba

 

A Carta da Terra e seus 16 princípios éticos para a construção de uma sociedade global sustentável

“A Carta da Terra está concebida como uma declaração de princípios éticos fundamentais e como um roteiro prático de significado duradouro, amplamente compartido por todos os povos […] A Carta da Terra será utilizada como um código universal de conduta para guiar os povos e as nações na direção de um futuro sustentável” (SECRETARIA INTERNACIONAL DEL PROYECTO CARTA DE LA TIERRA).

O texto da Carta da Terra

 

 

 

Telescópio Spiter revela taxa precisa de expansão do Universo

O Spitzer, telescópio de infra-vermelhos da agência norte-americana NASA, acabou de revelar a mais precisa taxa de expansão do Universo, uma descoberta que está relacionada com uma medição mais exacta da luminosidade e não com um novo método de medição da distância.

Esta nova forma de medição vai melhorar a escala de distância cósmica, calculando o tamanho, idade e taxa de expansão do Universo. Ao combinar estas medidas com a velocidade com que os corpos se afastam do cosmos, por outro lado, é possível perceber a taxa de ampliação do Universo.

Toda esta matemática, chamada de constante de Hubble, é uma homenagem ao astrónomo Edwin Hubble, que em 1920 surpreendeu o mundo ao confirmar que o universo está em expansão desde a explosão do Big Bang, há 13,7 mil milhões de anos.

No final da década de 1990, os investigadores descobriram que a expansão do cosmos não segue uma constante nem diminui de velocidade. Pelo contrário, ela está em processo de aceleração. Mas a determinação dessa taxa de expansão é fundamental para a compreensão da idade e do tamanho do universo.

O Spitzer consegue ver através da poeira cósmica, perceber o brilho e a distância das estrelas com precisão. Só assim é possível calcular o nível de expansão do universo.

Algumas estrelas pulsantes, as Cefeidas, são como degraus da escada cósmica. A distância delas em relação ao nosso planeta é facilmente medida. Por saber disso, o Spitzer observou 10 Cefeidas na Via Láctea e outras 80 na galáxia vizinha Grande Nuvem de Magalhães.

A nova medida para a constante de Hubble é 74,3, mais ou menos 2,1 quilómetros por segundo por megaparsec (1 megaparsec equivale a 3,26 milhões de anos-luz). Antes, o valor era de 72 quilómetros por segundo por megaparsec.

Como o telescópio usa ondas infra-vermelhas para a medição, o nível de precisão é maior. As chances de erro são menores do que 3%. Antes, o nível de incerteza era de 10%.

Segundo a autora do estudo, Wendy Freedman, esta descoberta vai permitir “utilizar o Spitzer para perceber problemas fundamentais da cosmologia: a taxa precisa à qual o Universo se está a expandir ou a medição da quantidade de energia negra no Universo, de outro ângulo”.

“Há apenas uma década, utilizar as palavras “precisão” e “cosmologia” numa mesma frase não era possível, e o tamanho e idade do Universo não era melhor percebida que um ou dois factores. Agora estamos a falar de uma precisão de poucos percentuais”, continuou.

 

http://greensavers.sapo.pt/2012/10/17/novas-observacoes-do-spitzer-revelam-taxa-precisa-de-expansao-do-universo/

 

C.I.C. no 1º lugar – Ranking das escolas 2012

Parabéns aos alunos e professores do CIC Lamego, pelo excelente desempenho que tiveram nos exames nacionais de 2012

E mais uma vez o Colégio brilhou com os excelentes resultados que obteve.

A nível nacional, ficamos em 15º lugar no 9º ano (num total, de 1330 escolas)  e em 25º lugar no 6º ano (num total, de 1144 escolas).

A nível distrital ficamos em 1º lugar no ranking, mantendo assim o lugar obtido em 2011 :-)

http://catiaosorio.wordpress.com/2012/10/13/ranking-das-escolas-2012/

 

 

 
Deixe o seu comentário

Publicado por em 15/10/2012 in Ciência

 

Programa da RTP 2 ” Geosfera”

A RTP 2 passou 7 episódios do programa “Geosfera” (Mineiro, Paleontológico, Idade do Gelo, Cársico, Tectónico, Vulcânico e Costeiro) expondo assim de uma forma excelente a Geologia e a história da Terra.

É com muito agrado que revejo o Drº Artur Sá, que foi meu professor na UTAD, a expor de uma forma clara como era carateristico nas suas aulas.

Geoparques Vulcânicos – http://www.rtp.pt/play/p960/e93974/geosfera
Geoparques Tectónicos – http://www.rtp.pt/play/p960/e93976/geosfera
Geoparques Cársicos –http://www.rtp.pt/play/p960/e93980/geosfera
Geoparques da Idade do Gelo – http://www.rtp.pt/play/p960/e93951/geosfera
 

O Porquê dos Nomes Científicos

A categorização e classificação da biodiversidade são ferramentas fundamentais para a investigação dos seres vivos. Após diversas tentativas, no séc. XVIII, Carl Linée criou um sistema de classificação eficaz, que ainda hoje é utilizado.

Actualmente conhecem-se mais de 1,5 milhões de espécies e pensa-se que poderão existir cerca de 8 milhões ainda por descrever. Face a esta enorme diversidade, seria impossível a um biólogo referir-se a uma espécie ou a um taxon mais elevado se cada um deles não tivesse um nome próprio.

No entanto, a atribuição de nomes comuns ou vernáculos não resolve o problema, pelo contrário, a comunicação científica seria mais difícil, uma vez que os especialistas teriam que aprender os nomes em inúmeras línguas para que pudessem trocar informações acerca de uma mesma espécie. Existem ainda outras dificuldades, tais como o facto de só existirem nomes comuns para os organismos mais conhecidos, o mesmo organismo poder ter vários nomes ou um mesmo nome poder ser usado para designar espécies muito diferentes.

Os biólogos adoptaram uma língua através de um acordo internacional, permitindo assim que cada animal tivesse um único nome que pudesse ser usado em todo o mundo. A atribuição de nomes científicos às espécies deve respeitar um código que desempenha a mesma função que a gramática de uma língua. Qualquer taxonomista que queira atribuir um novo nome deve seguir as regras do Código Internacional da Nomenclatura Biológica. Devido às particularidades de alguns organismos, existem regras distintas para animais, plantas e bactérias.

Para que a nomenclatura científica funcione, assim como qualquer sistema de comunicação, há que respeitar alguns requisitos, três dos quais são especialmente importantes: a unicidade ou especificidade, a universalidade e a estabilidade. Cada nome deve ser único e universal porque é a chave de acesso a toda a informação relacionada com determinada espécie ou grupo taxonómico. Se um mesmo animal recebeu vários nomes, tem de existir um método que dê validade a um deles. Por outro lado, qualquer mudança de nome pode causar confusão e dificultar a recolha de bibliografia.

 


Fotografias de José Romão

As bases deste código foram sugeridas pela primeira vez em 1758, pelo sueco Carl Von Linée. Este botânico introduziu o uso dos nomes científicos tal como são usados hoje em dia. O nome científico de cada espécie é composto por um nome genérico e pelo epíteto específico (por exemplo, o nome científico do lobo é Canis lupus (Linnaeus, 1758)), o primeiro corresponde ao género a que a espécie pertence (sempre com letra maiúscula) e o segundo acentua o carácter único da espécie (letra minúscula). O nome científico deve ser escrito em itálico ou sublinhado e pode ser seguido do nome ou abreviatura de quem descreveu a espécie pela primeira vez e o ano em que o fez. Quando dentro de uma espécie há grupos reconhecidamente diferentes, esses grupos são denominados de subespécies. Nesse caso utiliza-se um terceiro nome após o nome da espécie, o epíteto subespecífico, escrito em letras minúsculas: por exemplo, à subespécie de lobo existente na Península Ibérica dá-se o nome de Canis lupus signatus (Cabrera, 1907).

 

A desvantagem deste sistema é a sua instabilidade. O nome de uma espécie é alterado sempre que é mudada para um género diferente, o que dificulta a recolha de informação acerca de cada espécie. Por exemplo, quando se procedeu a uma única revisão num grupo de 332 espécies de abelhas, foi necessária a alteração de 288 nomes científicos. Porém, como ainda não foi sugerido um sistema mais eficaz, este código continua a ser usado e é aperfeiçoado periodicamente.

Bibliografia

Almaça, C. (1993). As Classificações biológicas. Aspectos históricos. Museu Bocage, Lisboa.

Lineu, C. 1758 (1939). Systema Naturae, 10ª ed. British Museum, London.

Mayr, E. e Ashlock, P. (1991). Principles of systematic zoology. 2nd Edition. McGraw Hill, Inc.

Singer, C. (1931). A short history of biology. Clarendon Press, Oxford.

http://naturlink.sapo.pt/Natureza-e-Ambiente/Interessante/content/O-Porque-dos-Nomes-Cientificos/section/2?bl=1&viewall=true#Go_2

 

 
 
Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 241 outros seguidores